Relações Públicas em PME




Por Cibele Silva


A profissão de Relações Públicas no Brasil está ganhando destaque nas grandes organizações, a valorização da profissão é muito importante em todos os segmentos, porém ela ainda deve que ganhar visibilidade nas Pequenas e Médias Empresas - PME

São poucas as PME que tem profissional de Relações Públicas, sendo difícil analisar a valorização da profissão dentro deste setor, porém para mostrar um panorama fizemos uma entrevista com a profissional de Relações Públicas atuante na área.

Andrea Gomes é estudante de Relações Públicas, reside em Recife e trabalha na Farmácia de manipulação Roval, como Assistente de Relações Públicas. A empresa possui 140 funcionários e é caracterizada como de Médio Porte.

O departamento de comunicação da farmácia Roval é gerenciado por uma Relações Públicas, é um grande diferencial, pois quebra o paradigma associa o departamento, principalmente o cargo, aos profissionais de marketing. “Sempre divulgamos e fazemos questão de esclarecer o que é um Relações Públicas para aqueles que desconhecem a profissão (na empresa)”, diz Andrea.

No departamento de comunicação da farmácia é composto por duas RP’s, sendo um estagiário e um profissional de marketing. Para a empresa está claro a importância do Relações Públicas e o poder de integração que o profissional consiste.

Andrea informa que um profissional de Relações Públicas dentro do setor de PME é de extrema importância, pois além do profissional planejar e gerenciar toda a comunicação tem capacidade de permear todos os departamentos.

Podemos correlacionar a situação na teoria de James E. Grunig presente em seu livro lançado em 2009 aqui no Brasil – Relações Públicas, teoria, contexto e relacionamentos – Grunig diz que o Relações Públicas tem habilidade gerencial administrativa e estratégica de planejamento e relacionamentos, tornando uma profissão excelente.

Para valorizar o Relações Públicas dentro de uma organização o profissional deve ter conhecimento amplo de trabalho de todas as formas de comunicação incluindo diversas ferramentas. Criando credibilidade dissemina sua importante para bons resultados dentro do setor de PME – “O RP é o profissional que tem a competência técnica para este caso”. Finaliza Andrea.

A partir deste contexto podemos afirmar que o profissional de Relações Públicas é importante para as empresas de pequeno e médio porte, pois necessitam de integração entre os departamentos e conhecimentos gerais para mediar à comunicação em todos os aspectos, as PME devem investir em comunicação, principalmente em profissionais de Relações Públicas, pois atua em função de gestão intangível.

Organizações e as Redes Sociais



Por Silvia Oya

As organizações com o intuito de fidelizar os clientes por meio das redes sociais, estão cada vez mais interessadas pela opinião de seus públicos e sobre o que eles falam de seus produtos, serviços ou mesmo da organização nas midias sociais.

Gustavo Zaiantchick em um relato publicado no site Directlabs reforça a importância das informações para fidelização de consumidores por rede social. Ele diz que é por meio da geração de benefícios que sejam evidentes para os consumidores, que se torna possível a fidelizacão deles. No entanto, o primeiro passo para essa fidelização é identificar o que desperta a atenção desse público alvo, quais os tipo de informações são importantes, que tipo de relacionamento eles esperam, o que pode ser um benefício diário para eles, etc.

A partir desse desafio, as organizacões estão utilizando diversas ferramentas para o mapeamento das opiniões inseridas nas midias sociais. Uma ferramenta bem interessante destacada por Marcos Todeschini autor da matéria “No rastro do boca a boca” publicada na revista Epoca Negócios de novembro 2009, é o SCUP, ferramenta lançada pela Direct Labs - empresa Paulista especializada em redes sociais - segundo ele o sistema funciona de forrma semelhante às ferramentas de busca, que ao inserir a palavra desejada, o sistema pesquisa e traz em tempo real os comentários feitos em blogs e redes de relacionamento. Marcos Todeschini destacou como vantagens desta ferramenta a possibilidade de reunir o que foi comentado em variados sites em apenas um arquivo, a partir de um rastreamento realizado minuto a minuto, além de permitir classificar as postagens como positivas ou negativas e criar um banco de dados com o histórico sobre o que foi falado.

A partir dessas informações, as organizações devem se preocupar em como aplicá-las.

Segundo Renato Shirakashi em uma matéria publicada também no site directlabs.com.br/blog destaca que, a melhor maneira de fidelizar clientes de uma rede social é publicando conteúdo relevante que gere valores e que ajude seus cliente de alguma forma. Ele destaca que, em uma rede social direcionada para ter conteúdo publicitário. Ele diz “se você gerar algo que realmente ajude seus clientes de alguma maneira, atravéz do relacionamento entre eles, você tera gerado uma comunidade. E uma comunidade, em geral, já fideliza por natureza. O segredo é gerar valor”.

Diante dessa necessidade das organizações de monitorar as midias sociais e diante da carência de um um profissional que interceda a relação entre consumidor e organização, Cesar Monteiro ressalta em seu texto publicado no site Sinprorp, um novo profissional de relações públicas capaz de, construir e manter relações entre as organizações e seus públicos de interesse, utilizando uma série de benefícios das novas redes virtuais - “cabe somente a ao RP mapear os públicos que deverão ser trabalhados para garantir a real consolidação da marca”. Ele finaliza.


Dessa forma notamos a importancia da profissão relações públicas para as organizações.

ERP e RP: ótimos investimentos para pequenas empresas

Por Adriane Leal B. Filenga
O ERP (Enterprise Resource Planning) é um software que atende de forma integrada as áreas de marketing, vendas, recursos humanos, estoque e financeira de micros e pequenas empresas de vários segmentos. Este sistema de informação integra os dados e processos da organização em um único sistema. Entre seus benefícios, podemos destacar controle de contas a receber e contas a pagar, fluxo periódico de caixa, controle de pedidos de vendas, relatórios e controles de estoque. Ou seja, são várias opções de interesse para o usuário.

Além da comunicação, este é mais um investimento que as pequenas empresas podem ter sem se preocupar em gastar fortunas, pois seu investimento é de aproximadamente 4 mil reais por licença. Além do mais, ele pode atuar em conjunto com as ações de Relações Públicas, pois, dentre seus objetivos, também visa auxiliar o gestor da empresa na interação com seus públicos, neste caso, fornecedores e clientes.

Mas, não podemos nos esquecer de que a implementação deste software requer algumas mudanças em processos e inclusive na cultura da organização. A forma com que a empresa conduz a escolha e a implantação do pacote ERP é crucial para obtenção dos resultados esperados. É muito importante que os usuários do software na empresa estejam envolvidos neste processo de mudança, inclusive participando de treinamentos, pois, se eles são se apropriarem corretamente desta ferramenta, ela não poderá contribuir de forma eficaz. E este é mais um trabalho para as Relações Públicas, o que mostra que é essencial sua participação em todo o processo.

Pudemos ver que o ERP é uma ótima opção de investimento para as pequenas empresas. Mas, vimos também que há vários fatores envolvidos para que sua implementação seja eficaz, ressaltando a importância do trabalho de Relações Públicas, o que inclui planejar a implantação, incentivar a participação dos funcionários em treinamentos, verificar o impacto disso tudo e principalmente estar pronto para ouvir e tirar possíveis dúvidas, críticas e sugestões que possam surgir. Se a empresa conseguir incorporar as RP com seu ERP, com certeza estará investindo no melhor e alcançará o crescimento.

Admirável Mundo Novo da Comunicação


Por Talita Sales


As mudanças que a sociedade vem vivendo nos últimos anos trazem novas demandas às organizações, que são obrigadas a se adaptarem se quiserem garantir sua sobrevivência e crescimento no novo mercado.

Hoje em dia, mais do que nunca, os consumidores estão mais cientes dos seus direitos e cada vez mais interessados na postura das empresas como um todo.
Fazer um produto ou prestar um serviço de qualidade já não basta, é necessário ser social e ambientalmente responsável e ter uma conduta ética em todos os momentos.

O fácil acesso às informações também contribuem para que as organizações prestem ainda mais atenção à suas ações, pois não precisa ser um profissional de comunicação para influenciar as pessoas, basta ter acesso a internet.

Nesse novo contexto, as empresas precisam aprender a dialogar com seus públicos e definir estratégias de comunicação para se aproximar cada vez mais deles. Uma vez que a concorrência é acirrada, as empresas devem achar pontos em comum com seus consumidores, acionistas, funcionários, fornecedores, etc. para que a identificação garanta a fidelidade.

Existem diversos canais de relacionamento que podem ser usados para aproximação da organização com seus grupos de interesse: sites, blogs, redes sociais, anúncios, etc. Mas para cada grupo, existe um meio que funciona melhor e as empresas podem aperfeiçoar seus resultados como um todo se planejarem previamente suas ações em prol dos seus objetivos.

Contar com profissionais que tenham capacidade de analisar o cenário e uma formação multidisciplinar podem fazer toda a diferença para as grandes, médias e pequenas organizações. Não é preciso investir milhões em Comunicação, mas deixar de lado essa área na sociedade de hoje é perder oportunidades ou, pior, colocar em risco o desempenho da empresa.


Fonte:
Capítulo 1 do livro “O que é comunicação estratégica nas organizações? das autoras: Ivone de Lourdes Oliveira e Maria Aparecida de Paula

Relacionamento com o Consumidor

Por Kelly Fusteros


Toda organização preza um bom relacionamento com seu cliente – final, pois este gera a maior parcela de renda de uma organização. Manter uma parceria ética e transparente é primordial para o crescimento organizacional.

A partir da criação da lei do consumidor em 1990, aumentaram as preocupações das organizações com as informações transmitidas e as campanhas publicitárias.
Cabe ao Relações Públicas trabalha para que o canal de comunicação entre ambos esteja sempre aberto e acessível. Seu objetivo deve ser divulgar a organização, seus produtos e serviços aos consumidores, despertar o interesse do consumidor para as realizações e produtos da organização, saber a opinião destes para com a imagem organizacional e sobre os produtos, pois sua opinião pode favorecer na criação e melhoria de aspectos imagináveis à organização.

Esta aliança deve ser forte o bastante para oferecer apoio e resistir a possíveis crises pelas quais a organização e seus produtos/serviços possam enfrentar.

O RP pode desenvolver algumas ações como um programa de visitas para que este público de interesse possa conhecer melhor a organização; eventos com a função de aproximação, distribuição de materiais informativos como revistas e jornais, canais como SAC para receber as críticas e elogios; como também ações on-line: site, blog, SAC virtual, vídeos institucionais.

Portanto, o profissional precisa realizar ações estratégicas que melhor condiz com o perfil do consumidor e com o do produto para firmar uma relação sincera e duradoura.

Responsabilidade Social: Percepções e Contrapontos




Por Simone Queiroga


A responsabilidade social presente atualmente na lógica das empresas tem a ver com meio ecológico e social. Por exemplo, descreve a preocupação relativa de certas empresas com ambiente, com desenvolvimento auto-sustentável - após uma extração na natureza promove uma reposição do que foi tirado, sem prejudicar o meio ambiente.

No sentido mais amplo, a empresa extrapola nas ações sociais obrigatórias. Há uma filosofia administrativa que englobam todas as políticas, comportamentos e ações da organização com seus públicos – pautados pelo respeito, ética e transparência. Essa perspectiva de responsabilidade supera as contradições inerentes as ações de caridade, do assistencialismo imediato, das ações pontuadas. Nesse caso, não é filantropia, pois abarca toda a sociedade com ações de interesse público – e não somente dos funcionários.

Em outro sentido, a responsabilidade social refere-se como conjunto de estratégias que pretende fazer com que a empresa se mostre interessada em ajudar a sociedade a crescer em diversos aspectos. Basicamente se trata de uma estratégica para promover o lado institucional. Em que as metas da empresa se objetivam da responsabilidade de mostrar para sociedade que é politicamente correta.

Basseada nas teorias de Maurício Tragtenberg, verifico que as empresas assumem essa condição: passam a ser caracterizada como a empresa cidadã, com responsabilidade social; discute internamente procedimentos éticos. Em certos casos, essa atitude de que a empresa tem que ser solidária camufla os seus reais interesses - atrás da tal máscara solidária temos um discurso distorcido de responsabilidade social.

Todos os públicos da organização devem participar dessa dinâmica responsável - a dinâmica do laço de confiança entre a organização e os seus vários grupos de interesse. Além de se sensibilizarem pelos projetos sociais das organizações, devem também transmitir essa sensibilidade para outras conjunturas sociais. A fim de potencializar o caráter solidário da empresa.

A empresa apresenta a atitude de assistência para as pessoas, como uma imagem para fora, para com isso, atingir a sensibilidade. Uma atitude acompanhada por discursos persuasivos. Além disso, os discursos dessas grandes empresas ou corporações detêm um poder de influência, de estar presente constantemente em nosso cotidiano. Esse poder de influência está presentes nos logotipos, frases, símbolos, slogans, etc. De uma forma geral a propaganda é muito pesada – descreve o apelo ao “sensível”.

O indivíduo é bombardeado por uma carga incrível de mensagens e informações, pronunciada pela televisão, internet e outros meios de comunicação. No entanto, o indivíduo não assimila claramente a dimensão das reais circunstâncias do projeto social desenvolvido. Não é tão perceptível a coerência das representações/ações de fora (imagem) com a representações/ações interna (identidade) da organização. A imagem da empresa – aquilo que se transmite - deve ser correspondente com a sua identidade - aquilo que ela é de fato.

Nessa medida, observamos a importância de realizar as relações públicas de maneira efetiva, de desenvolver uma responsabilidade social coerente, sempre de acordo com o contexto social e com as políticas da organização – projetos focados aos valores da organização e aos princípios éticos da sociedade. E só posteriormente, divulgar as ações sociais promovidas.

Portanto, a empresa tem que contextualizar a responsabilidade social, mostrar o que realmente faz. Caso contrário, pode correr riscos, perda de credibilidade. E ao mesmo tempo, não alcança a boa vontade da sociedade. Outra coisa, realizar ações de forma superficial, sem fundamentação prática, não agrega valor nenhum a organização. Apenas gera implicações no processo de sensibilização dos públicos e no desenvolvimento de sua identidade.

TRAGTENBERG, Maurício. Administração, poder e ideologia. São Paulo: Moraes, 1980.

Assessoria de imprensa x Relacionamento com a imprensa




Por Juliana Camargo
É de conhecimento geral, que a imprensa tem o poder de construir ou destruir a reputação de uma organização, por isso cada vez mais as empresas tem investido no treinamento de porta-vozes para coletivas e entrevistas em geral.

A relação entre organização-imprensa deve transcender os press releases enviados eventualmente, segundo Nemércio Nogueira no artigo “Além da Assessoria de Imprensa”, é necessário criar um relacionamento com a imprensa (media relations), adquirindo um caráter estratégico e complexo, se encaixando perfeitamente na atividade de Relações Públicas.

Ainda segundo o autor, agora no artigo “Agregando Valor com a Imprensa”, a empresa que investe em Relações Públicas, inclusive com a imprensa, conhecendo o meio em que a notícia é produzida, os formadores de opinião, os jornalistas especializados no ramo em que ela atua, etc, estará mais preparada para lidar com possíveis crises.

Para que os benefícios, como credibilidade com a imprensa, geração de mídia espontânea, apoio direto ou indireto às vendas, sejam duradouros, é necessário também o investimento permanente por parte da organização, com ações e programas de Relações Públicas voltados especialmente para esse público.

Relações Públicas e o esporte

Por Daniele Pedace
Mesmo que não ouvimos falar muito de Relações Públicas no meio esportivo, alguns autores abordam, mesmo que apenas como uma ferramenta de marketing, com uma certa importância.
O RP pode atuar em vários segmentos do marketing esportivo: planejamento, assessoramento, pesquisa, execução e avaliação. Pode ser o intermediador entre as empresas patrocinadoras e os clubes, os jogadores e os torcedores, entre os clubes e os jogadores, entre os clubes e os torcedores...Para realizar um projeto de caráter esportivo, a presença de um profissional de Relações Públicas é necessária no diálogo entre as partes envolvidas, no desenvolvimento de etapas.
Segundo uma monografia que li - A atividade de Relações Públicas no Futebol Brasileiro, Carlos Alberto Gil Souza, 2004 - , os clubes esportivos devem criar um departamento de Relações Públicas em suas organizações, o qual deveria atender as seguintes funções: posicionar o clube perante seus públicos de forma estratégica e planejada, com base em pesquisas e diagnósticos, em um esforço simétrico de duas mãos: o clube deve estar atento para o que a torcida pensa, para a opinião da imprensa, para a receptividade de patrocinadores e parceiros, para o comportamento dos atletas, entre outros.
Deve criar e aplicar um planejamento que contenha as quatro fases básicas (pesquisa, planejamento, execução e avaliação) numa estrutura cíclica e adaptável a crises e situações extraordinárias, comuns no setor, que é dependente de resultados incontroláveis e imprevisíveis.
Os públicos estratégicos precisam ser mapeados por inteiro, não restringindo o plano à interação com a imprensa e o torcedor. Portanto a atividade de RP pode ser implantada dentro do futebol, do atletismo, da natação, ou de qualquer outra modalidade esportiva, trazendo melhores resultados.

Comunicação interna nas pequenas e médias empresas


Por Camila Amorim


A atuação das empresas no mercado vem exigindo flexível adaptação ao cenário atual - concorrência e a tecnologia. Para as pequenas e médias empresas suas diversificadas e flexibilidade de adaptação favorecem a rápidas ações as mudanças do mercado.

Dentro deste cenário de mudanças, como será que andam as relações internas da empresa? Será que com todas essas preocupações de manter-se no mercado existe motivação e/ou investimento para o bom relacionamento no ambiente organizacional?

A interação que existe ou pelo menos deve existir entre a organização e seus funcionários é a nomeada comunicação interna, do qual o profissional de relações públicas é qualificado para exercê-la.
A atividade tem como principais objetivos informar, motivar e criar espírito de equipe entre os funcionários. Ela cria através do diálogo a troca de informações e experiências que compatibilizam os interesses da organização e de seus funcionários.
Não esqueçamos de que o empregado perpetra também a imagem da empresa, quanto mais bem informado, motivado e treinado estiver maior será seu nível de satisfação e produtividade no exercício de sua função.

A comunicação interna contribui para a integração dos funcionários às políticas de desenvolvimento da empresa. Por exemplo, se uma informação de algo que será modificado for bem transmitida e houver o entendimento de ambas as partes (organização e empresa) não só haverá um bom clima no ambiente de trabalho como também contribuirá para o bom desempenho organizacional.

Algumas pequenas e médias empresas não disponibilizam verba para executar algumas ações de comunicação interna como as grandes empresas podem arcar. Uma delas que não necessita de investimento financeiro é o ato da comunicação face a face - têm grande importância e pode contribuir muito para cumprimento de objetivos como: a dedicação, a cooperação, a motivação e dentre outros que podem contribuir na efetividade das metas que a empresa deseja alcançar.

O trabalho não é simples e nem fácil, o profissional responsável pela comunicação interna deve conhecer bem o funcionamento da empresa. Dede ser levado em consideração ao planejar qualquer ação de comunicação interna que os serviços estão sempre numa constante mudança, e que precisam ser planejados a longo prazo ou então projetados para um determinado tempo e lugar.

A grande dificuldade que o profissional ainda enfrenta é convencer as empresas da importância desta atividade e conquistar sua confiança. O importante é não desistir e superar os obstáculos, mostrar os resultados com cada ação realizada. E problemas de comunicação interna todos têm e devem solucionar, tanto nas grandes quanto nas pequenas e médias.

História das Relações Públicas

Por Silvia Oya


Segundo o texto “A trajetória das relações públicas nos países do Mercosul: reflexão e pesquisa da atividade” da professora e coordenadora de Relações Públicas da Universidade Metodista de São Paulo Maria Aparecida Ferrari.

O desenvolvimento das Relações Públicas na América Latina teve como base os modelos e práticas realizados principalmente nos Estados Unidos e em menor grau na França e Inglaterra.

Essa dependência segundo Ferrari é consequência da maneira em que foi inserida a atividade nos países da América Latina.

Entre 1930 à 1960, a industrialização dos países latino-americanos permitiu a vinda das organizações multinacionais de diversos países que trouxeram em suas estruturas hierárquicas o modelo de um departamento de relações públicas, que cuidavam da comunicação interna e externa.

Na primeira metade do século XX as atividades de relações públicas em sua maioria eram realizadas por profissionais desqualificados e de uma maneira isolada.

A partir de 1950, começou a surgir associações que ajudaram a consolidar a profissão de relações públicas na América Latina, através da capacitação dos profissionais que exerciam a atividade, por especialistas estrangeiros que estiveram em diversos países entre 1950 e 1960.

Em 1954 foi criada a ABRP – Associação Brasileira de Relações Públicas que organizou diversos congressos nacionais e internacionais de relações públicas. Teve importante participação na fundação da Fiarp – Federação Interamericana de Associações de Relações Públicas.

O Brasil devido a sua trajetória e por sua história, é considerado pioneiro frente aos outros países da América Latina na prática das relações públicas.

Em 1940 a Fundação Getúlio Vargas, o Idort e a PUC/RJ, promoveram cursos com o intuito de capacitar os profissionais que atuavam na área de relações públicas. Dentre os que participaram desses cursos, surgiu um grupo que em 1950, fundou a ABRP - Associação Brasileira de Relações Públicas, entidade que contribuiu com desenvolvimento da atividade no Brasil.

Em 11 de dezembro de 1967 foi criada pelo governo a lei no. 5.377, que disciplinou o exercício da profissão de relações pública. O Brasil foi o primeiro a adotar uma legislação específica sobre Relações Públicas. Nesse mesmo ano a Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo fundou o primeiro curso superior universitário de relações públicas.

A partir dos anos de 1980, as relações públicas no Brasil, passou por um grande avanço devido as transformações econômicas e principalmente a abertura política; devido ao crescimento das assessorias e agências de comunicação e por fim o desenvolvimento da produção científica.

Os anos 1990 foram brindados com o movimento denominado Parlamento Nacional de Relações Públicas, liderado pelo Conselho Federal de Relações Públicas (Conferp), entre 1993 a 1997. O Parlamento Nacional foi o primeiro espaço de análise sobre o conceito e as funções das relações públicas e do papel do mercado nesse cenário.

Dessa forma, o século XX terminou com uma grande influência da globalização e do avanço da tecnologia, que avançou os processos organizacionais, acelerando a transmissão de dados e informações. Essas influências proporcionaram o desenvolvimento de ferramentas eletrônicas de comunicação nas empresas, assim como novas áreas de atuação, abrindo novos espaços para os profissionais de relações públicas.

A atividade de relações públicas, no Brasil, passa por uma crise de identidade, pois uma grande parcela dos profissionais é contra a manutenção da regulamentação da profissão, uma vez que, ao longo dos anos, ela atuou muito mais como um entrave do que uma alavanca para a prática de relações públicas.

No entanto cabe aos atuais e aos futuros profissionais de relações públicas, refletir bastante sobre assunto, além de exercer a atividade de forma eficaz e competente para que nossa profissão seja mais reconhecida como uma atividade de grande importância para o desenvolvimento das organizações.


Por Adriane Leal B. Filenga





As Relações Públicas vêm ganhando cada vez mais espaço nas grandes corporações. Contudo, ainda há alguns equívocos em relação às pequenas e médias não poderem contratar este tipo de profissional.
Como afirma Waldyr Gutierrez Fortes, Conselheiro Efetivo do Conselho Regional de Profissionais de Relações Públicas São Paulo/Paraná,

"A atividade profissional de Relações Públicas é, normalmente, desenvolvida em grandes empresas, conglomerados multinacionais ou empresas familiares de grande porte e a literatura disponível reflete este fato. Com este tipo de enfoque, Relações Públicas acaba por se tornar, pela visão dos seus praticantes, uma atividade complexa e cara, somente aplicável em organizações que disponham de enormes verbas para investir na modificação da "imagem" corporativa, buscando resultados imediatos e, muitas vezes, inconseqüentes."



No entanto, Waldyr também esclarece que “a atividade de Relações Públicas não está restrita aos grandes centros ou às grandes empresas.” Ele nos lembra também que é mais comum ter-se uma média ou pequena organização em localidades mais distantes do que uma grande empresa, o que mostra uma grande oportunidade desse tipo de organização e Relações Públicas trabalharem juntos.

Alanna Costa Santos também concorda com Waldyr, ela afirma que as Relações Públicas nas pequenas empresas são um desafio profissional, mas um mercado em potencial. Até porque, segundo ela, “Os pequenos negócios têm grande importância econômica e política, são responsáveis por considerável parcela da economia, empregam mais de 50% da mão de obra produtiva nacional.”

Algumas das dificuldades que as empresas de médio e pequenos porte enfrentam são ressaltadas por Alanna: “alta carga tributária, ausência de recursos, estrutura administrativa enxuta, mão de obra pouco especializada, concorrência desleal, barreiras culturais.”, entre outros.

Claro que não podemos deixar de lado as dificuldades que as empresas de menor porte enfrentam. Mas, não podemos nos esquecer que as grandes corporações também enfrentam algumas dificuldades. E, além disso, esse é um desafio que pode ser vencido, se lidado de forma correta. E as Relações Públicas estão aí pra isso, para ajudar as organizações a vencerem barreiras e ganharem visibilidade. Isso tudo, através de estudos e planejamentos, podendo, assim, criar soluções estratégicas que auxiliem as organizações atingirem seus objetivos.

RP pró Responsabilidade Social



Por Talita Sales





Há algumas décadas atrás as empresas consideravam que o seu único papel na sociedade era obter lucro, pagar impostos e gerar empregos. Mas a partir da década de 90, houve uma maior pressão por parte da sociedade para que as empresas adotem práticas responsáveis social e ambientalmente, assim as organizações tiveram de se adaptar aos novos valores.

Segundo Patrícia Bispo, em uma entrevista concedida para site Rh.com.br, para a realização do artigo – Quem é socialmente responsável, afirma que há muitas empresas que tentam somente adquirir uma imagem corporativa positiva, sem se preocupar em fazer um trabalho sério para melhoria de seus processos de produção e relacionamentos com os públicos. Afinal, fazer doações para entidades carentes é bem mais fácil do que rever a postura da organização como um todo, porém isso não é responsabilidade social e sim filantropia.

Para realmente ser considerada uma organização socialmente responsável:

  1. as empresas devem dar satisfações e manter aberto o canal de diálogo não somente para os seus acionistas, mas também para seus funcionários, governo, comunidade em que atua
  2. aplicar conceitos de ética social e ambiental em toda cadeia produtiva, incluindo parceiros de negócios como fornecedores e distribuidores
  3. ter um compromisso com a sustentabilidade
  4. ser transparente em relação a sua atuação na sociedade, ou seja, além dos números informar também sobre suas atividades sociais e ambientais

Os profissionais de Relações Públicas, sendo responsáveis por melhorar a imagem organizacional e o relacionamento delas com os seus diversos públicos, são elementos chave no processo de transformação de uma empresa que se coloca na esfera puramente econômica em uma empresa que está inserida na sociedade de forma mais construtiva, é o que podemos observador no livro - “Tudo pelo Social: A Responsabilidade Social como uma das atribuições de Relações Públicas" – da autora Carolina Frazon Terra.

O artigo de Sandro Takeshi “Relações Públicas e Responsabilidade Social: o Caminho a ser Trilhado pelas Organizações Modernas” deixa claro que os Relações Públicas adquirem em sua formação competências como capacidade de analisar o cenário, identificar os diversos públicos da organização, saber quais são os estratégicos e melhorar o relacionamento das organizações com eles. Além de terem familiaridade com conceitos “intangíveis” como cultura, relacionamento e até mesmo responsabilidade social.

É importante que esses profissionais tenham acesso às pessoas que têm poder decisório dentro da organização para poder conscientizá-las da importância de incluir na sua cultura o conceito de responsabilidade social, que pode não trazer lucro imediato, mas trazem ganhos de imagem para a marca e benefícios para a sociedade no geral.

Reputação: RP e “Media Training”

Por Kelly Fusteros

Saber se comportar diante da imprensa e se sair bem em entrevistas é um grande desafio para os executivos, pois estes carregam em seus ombros a imagem da organização que representam e, por isso, qualquer gafe pode ser fatal para a corporação.

Apenas um curso de atualização do profissional não é o suficiente. O mais indicado é um bom curso de “Midia Training” administrado pelo profissional de Relações Públicas com o intuito de preparar-lhes para o relacionamento com a imprensa.

O “Media Training” ou treinamento dos porta-vozes da organização, não consiste apenas em aprender a discursar objetivamente e a olhar para a câmera. Aprende-se, através de exercícios práticos, a analisar quais informações o jornalista necessita, a como utilizar dados estatísticos e gráficos para responder as questões e a minimizar possíveis erros de comunicação.

Segundo o site Portal do Marketing, a imagem de uma organização não é necessariamente a realidade e sim a percepção dos indivíduos sobre como eles vêem a organização e sobre aquilo que ela escolhe transmitir a eles.

Assim, o profissional de relações públicas está preparado para pesquisar sobre os stakeholders (público estratégico) da organização, analisar quais critérios e valores a organização associa, ou quer associar, sua imagem e planejar uma comunicação eficaz com a imprensa e com as diversas mídias sociais por meio dos gestores.

Não somente as organizações do setor privado têm esta preocupação. Os órgãos públicos precisam constantemente prestar contas à sociedade. Juliana Garcia, responsável pela Assessoria de Comunicação da Escola Superior do Ministério Público da União, em entrevista veiculada na Revista RPCOM nº54, afirmou que “nos órgãos públicos, o acesso aos atos do governo pelo cidadão é um direito garantido pela Constituição Federal. Com isso, a sociedade pede transparência nas ações e atuações de instancias públicas”.

O Midia Training ajuda a se evitar gafes como a do governador do Paraná Roberto Requião que, em palestra sobre a prevenção do câncer de mama, associou as incidências desta doença em pessoas do sexo masculino a Parada Gay, o que revoltou a Associação Brasileira de Gays e Lésbicas. Clique aqui e confira o vídeo.
Nos hospitais o treinamento também se faz presente para ajudar os médicos a serem objetivos e explicar o ocorrido de forma fácil, pois os pacientes não entendem os termos médicos.

Assim, o “Media Training” é importante para todas as organizações, pequena ou grande e de todos os setores, pois ajuda o profissional a ter mais confiança em suas falas, direcionar a entrevista para os assuntos de interesse corporativo e a evitar distorções, omissões e “pérolas” que possam ser possíveis na publicação e veiculação das entrevistas.

Consciências de Comunicação Integrada



Por Simone Queiroga

Atualmente é imprescindível as pequenas e médias empresas ter certas consciências de Comunicação Integrada. Dessa maneira poderão atuar de maneira ativa e estratégica.

Primeira consciência, pensar em comunicação organizacional antes de tudo é pensar na comunicação humana, as relações humanas que ocorre no interior das organizações proporcionadas pelo ato comunicacional.

Em relação à consciência do seu surgimento devemos levar em consideração que a mesma se desenvolve a partir do processo de industrialização – momento marcado por transformações no modo de produção, nas relações de trabalho e relações comerciais – e dos processos político-econômicos - decorrentes da Guerra Fria. É diante desse contexto de mudanças que a comunicação organizacional começa a ser encarada como algo importante, até alcançar a consciência de uma área estratégica na contemporaneidade.

Segunda consciência, a comunicação organizacional é formada pelo mix das comunicações: institucional, mercadológica, interna e administrativa, todas intrínsecas na organização sob a filosofia da comunicação integrada.
Terceiro, ter consciência que as organizações conseguem atuar de maneira eficiente e eficaz quando acionam os seus processos comunicativos de maneira planejada, ou seja, com dimensão estratégica da comunicação organizacional.
Quarto, a Comunicação integrada parte do pressuposto da comunicação pensada de uma forma única, parte de um processo só. Nesse caso, no contexto organizacional pressupõe uma junção e atuação sinérgica da comunicação mercadológica, da comunicação interna, da comunicação institucional e da comunicação administrativa. Esse composto forma a comunicação organizacional.

Nesse sentido, dependendo da prática exercida em determinada organização, podemos encontrar a filosofia de integração. Todos os aspectos ou características que envolvem os tipos de comunicação têm que seguir o mesmo caminho, com objetivos iguais - assim a comunicação torna-se relevante para promover a filosofia da comunicação integrada.

Entretanto, a comunicação integrada só é alcançada com um bom planejamento. Tem que se pensar em todas as partes para formar um composto – apesar das diferenças que cada área possui, deve se pensar em conjunto e não separadamente. Pensar de maneira separada não é pensar estrategicamente.

Isso na prática ainda é vago, não está estabelecido nas pequenas e médias empresas principalmente. As empresas separam as áreas de comunicação em departamentos diferentes para poder operacionalizar melhor. Mas isso não significa que essas empresas não pensam de forma integrada, tudo depende da política organizacional desenvolvida, da filosofia adotada. Caso ser integrada, mesmo tendo separação dos setores pode ter êxito – ao contrário, não atuam de maneira estratégica.

Relações Públicas e as Redes sociais


Por Juliana Camargo



Que atire a primeira pedra quem nunca tentou manter um Orkut, um MSN, um Blog, ou a mania mais recente, o Twitter, pelo menos uma vez na vida. Pois é, agora isso não é só coisa de adolescentes ou “desocupados”, muitas empresas estão fazendo uso dessas redes sociais como ferramentas de comunicação e gerenciamento de crises.

De acordo com o texto A vez do Consumidor, postado no blog Ocapuccino, cada vez mais os consumidores comuns utilizam a Internet para expressar sua (in)satisfação com marcas e produtos já experimentados. E como tudo na web ganha proporções gigantescas num piscar de olhos, gerar uma crise não requer esforço e tão pouco habilidade. E é aí que entra o profissional de Relações Públicas.

Pelo fato de ser um profissional com visão do contexto organizacional, o RP é o mais indicado para fazer o gerenciamento de crises nesses casos, pois conhece as ferramentas e meios de comunicação, os públicos da organização e a melhor forma de se relacionar com eles.

Estamos vivendo a Era da Informação, e negligenciá-la não seria uma boa estratégia para as empresas no momento, e nem ignorar o que os públicos estão dizendo. Mas não basta ouvi-los, é preciso tomar atitudes, reagir a eles, e dessa forma, evidenciar a marca de uma forma positiva, criando parceiros e não apenas consumidores.

NÃO! RP não faz milagre. RP não apaga incêndio. RP estuda, planeja, prevê possíveis acontecimentos e cria soluções de comunicação visando à transparência (também no meio digital) e o bom relacionamento.



Por Daniele Pedace




Apesar de existir a um bom tempo, a atividade de Relações Públicas até hoje não é conhecida por muitas organizações.

Como toda organização tem seus públicos, as Relações Públicas se tornam necessárias, para que as organizações mantenham em alta a sua reputação, sua imagem e credibilidade - ainda mais que o avanço da tecnologia e das ferramentas de comunicação (principalmente as digitais) está cada vez mais veloz.

Os públicos podem fazer com que a organização obtenha sucesso ou fracasso, pois toda organização trabalha para oferecer algo a algum público que, por sua vez, pode ficar satisfeito ou não com suas ações. A insatisfação excessiva do público com uma organização pode comprometer a sua imagem. O profissional de RP trabalha para que isso não aconteça.

O profissional de RP utiliza a informação para exercer a comunicação entre a organização e seus públicos, ele é um negociador e um mediador que visa integrar os interesses, tanto da organização quanto dos públicos, promovendo acordos. Também traça o perfil de consumo do público e analisa o comportamento do consumidor perante a marca e os concorrentes, além de antever crises e gerenciá-las.

O RP pode ser descrito como uma espécie de estrategista da comunicação. Portanto, o profissional de RP é um administrador da comunicação e do relacionamento entre a organização e seus públicos. Daí vem a importância das Relações Públicas para qualquer organização.

As Relações Públicas têm um vasto campo de trabalho, por isso muitas empresas já criaram seus departamentos de RP, obtendo bons resultados. Este é um bom caminho para as organizações que pretendem crescer e aumentar sua reputação diante de seus públicos.

Ao considerar os interesses dos públicos, a organização torna-se mais objetiva e produtiva. As organizações e os públicos dependem uns dos outros e é o profissional de Relações Públicas que consegue unir estes interesses para que todos fiquem satisfeitos.

A importância do RP para a organização



Por Cibele Silva



Relações Públicas é a profissão que cresce a cada dia nas empresas e entidades públicas e privadas que entendem que a administração atualizada não se baseia somente nas quatro colunas tradicionais: finanças, recursos humanos, produção e vendas, mas também no respeito à opinião pública que deve ser entendida como a soma da opinião de cada um dos segmentos da população.

A professora e presidente do CONRERP/RS Marta Busnello Alves fala em seu artigo Responsabilidade na Comunicação Organizacional sobre a crescente circulação de informações e a persuasão sobre a imagem que a organização constrói a partir da apreciação dos diversos públicos, tendo a empresa o compromisso de evidenciar a excelência no relacionamento.

Segundo Margarida Kunsch em seu livro Relações Públicas e modernidade “As organizações modernas assumem novas posturas na sociedade hoje. A velocidade das mudanças que ocorrem em todos os campos que impele a um novo comportamento institucional das organizações perante a opinião pública. Elas passam a se preocupar sempre mais com as relações sociais”.

Dentro deste contexto podemos constatar a importância do profissional de Relações Públicas, pois está fortemente vinculado a essa necessidade de evidenciar e entrelaçar a comunicação, para que seja alcançada a excelência no relacionamento, assim como evidenciou a professora Marta. A própria qualificação da profissão permite identificar e desenvolver o relacionamento com os públicos. Nesse caso, o planejamento é fundamental, garantindo a boa qualidade e a eficácia das ações implantadas pela organização.

Baseado no que foi citado, podemos afirmar que a profissão de Relações Públicas impulsiona o desenvolvimento e o progresso das organizações, assim é imprescindível denotar o seu valor, conscientizando os empresários de sua necessidade, para que a organização tenha um diferencial no serviço prestado aos seus públicos e também a comunicação entre eles. Neste ponto é que o profissional de Relações Públicas atua, legitimando as decisões internas e externas, gerando a boa vontade, o que leva à colaboração mútua e a um fortalecimento das transações, através de um amplo rol de técnicas especializadas para administrar os processos organizacionais.

Agência ComuniC



A Agência experimental ComuniC é composta por nove alunas do IV semestre de Relações Públicas da Universidade Metodista de São Paulo.

O nome ComuniC surgiu depois de uma leitura de um artigo no Espaço acadêmico UVA. O artigo traz que “Etimologicamente a palavra comunicação vem do latim communicare que é o ato intencional de pôr em comum: idéias, desejos e emoções, de forma clara, atraente e direta”. O que nos fez parafrasear com o enfoque da nossa profissão de Relações Públicas e migramos o conceito para os trabalhos da agência, adaptamos esse conceito e assim nasceu a ComuniC

Com finalidades acadêmicas criamos o blog com o propósito de desenvolver um trabalho para conscientizar as pequenas e médias organizações do que é Relações Públicas e que diferença pode fazer dentro das organizações.


MISSÃO
Aprimorar e desenvolver a comunicação entre as pequenas e médias organizações e seus públicos, de forma a agregar valor e oferecer o suporte necessário para um bom desempenho e expansão do negócio.


VISÃO
Ser uma agência diferenciada que valorize e potencialize o papel das Relações Públicas nas organizações.


VALORES
— Criatividade:
Sempre pensar em fazer diferente, em surpreender e inovar.


— Compromisso com os resultados:
Pensar a frente das ações, de maneira ágil para que possamos prever reações.
— Proatividade:
Procuramos atingir o objetivo proposto de forma eficiente e eficaz.


— Efetividade
Sendo eficiente e eficaz, conseguimos chegar na efetividade, com um trabalho bom e bem feito, que segue todas as etapasa melhor qualidade, alcançando o resultado necessário.


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Silvia Oya

Tenho 26 anos, ingressei no curso de Relações Públicas com o intuito de trabalhar no terceiro setor e por ser uma profissão que nos dá oportunidade de atuar em diversas áreas.
Minhas primeiras experiências profissionais foram no Japão onde tive a oportunidade de trabalhar na SONY com treinamento de funcionários durante 5 anos. Já no Brasil trabalhei como estagiária em um setor de eventos da agência de Relações Públicas da Universidade Metodista, onde conheci um pouco da rotina desta área e atualmente trabalho como propagandista de um laboratório farmacêutico.Em todas as experiências, tive e tenho, muito contato com o público que me ajuda a ter facilidade no relacionamento interpessoal.
Gosto de conhecer pessoas e culturas diferentes, sou dedicada, responsável, tenho um perfil analítico, amigável e um pouco intuitivo.
Tenho 21 anos. Me identifiquei muito com a área de Relações Públicas, pois os profissionais de RP estão sempre envolvidos em constantes desafios comunicacionais dentro e fora das organizações. Não gosto de rotinas, tenho senso de liderança, sou organizada, responsável, pró-ativa e carismática. Meu hobbies são ler, assistir a filmes e estar com a minha família.
Já trabalhei como atendente de loja de uniformes escolares e também em uma padaria. Atualmente trabalho na “Indústria Metalúrgica Lipos” no setor de Faturamento e sou colaboradora do blog A Bordo da Comunicação. Como Relações Públicas, almejo trabalhar na área de Assessorias/Consultorias e Gerenciamento de Crises
Tenho 23 anos e curso Relações Públicas na Universidade Metodista de São Paulo. Me interessei pela profissão pelo seu dinamismo e muitas possibilidades de atuação, a soma de criatividade, técnica e estratégia para resolver problemas de comunicação é fascinante.
Já estagiei em uma agência de Marketing e em uma associação de classes. Na associação tive contato com assessoria de imprensa, comunicação interna e redação. Essa experiência me deu ainda mais certeza de que escolhi a profissão certa.
Tenho 20 anos. Identifiquei-me com a profissão por suas infinitas possibilidades de atuação, riqueza de conhecimento adquirido e em especial pela essência das Relações Públicas: O sentir, o perceber as necessidades dos públicos que interagem com a organização, a fim de contribuir na harmonia dos relacionamentos.
Trabalhei como promotora na empresa de transporte público Viação ABC, e atualmente faz estágio na equipe de redação do Departamento de Atendimento ao Usuário da CPTM. Minhas experiências se baseiam no saber se relacionar com diversos públicos e como os atender. Tenho como objetivo profissional trabalhar no Terceiro Setor.
Sou pessoa dedicada, observadora e persistente.
Tenho 18 anos e curso Relações Públicas. Escolhi a profissão pelo seu caráter dinâmico e desafiador, que além de proporcionar integração com outras áreas e segmentos totalmente distintos, desenvolve a visão global que poucos profissionais têm no ambiente corporativo.
Fui orientadora de carreira em uma empresa de assessoria profissional, e depois comecei a estagiar no departamento de comunicação de uma empresa da área hospitalar. Atualmente trabalho no departamento de Marketing da mesma organização,na área de pesquisa, no qual atuo em todas as etapas, desde a elaboração de questionário, aplicação, análise de resultados e elaboração de relatórios.

Tenho 23 anos, atuando profissionalmente no IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística -, optei pelo curso de Relações Públicas a fim de potencializar o meu interesse no relacionamento das corporações com os seus públicos. Portanto, compreender efetivamente a função política, os interesses entre ambas as partes. Além disso, entender esse contexto consciente inerente no mercado global, a partir da adoção por perspectivas de sustentabilidade e responsabilidade social pelas corporações.

Contate a ComuniC

Entre em contato conosco no email:

agencia.comunic@gmail.com

Adriane Leal Filenga

Tenho 18 anos e sou estudante de Relações Públicas. Me interessei por essa área, por ser uma vertente da comunicação com opções de atuação bem variadas. Profissionalmente, tive contato apenas com a área de eventos, pela qual me interessei muito! Mas, pretendo conhecer as outras alternativas também.
Busco sempre aprender coisas novas e também aperfeiçoar meus conhecimentos. Sou dedicada, responsável, carismática e gosto muito de conhecer pessoas e culturas diferentes.
Meus hobbies são assistir filmes, passear com os amigos e com minha família, fazer esportes e ouvir música. Gosto muito de ir à igreja também.



Tenho 23 anos, sou estudante de Relações Públicas. Me interessei pela profissão a primeiro momento devido ao relacionamento com o público e abertura no mercado de comunicação. No decorrer do curso descobri que ser Relações Públicas será mais do que uma conquista, será uma das vertentes da minha vida, tamanha a admiração que tenho pela profissão e seus meios de atuação. Sou uma pessoa dedicada, esforçada e busco o aperfeiçoamento, sempre estou atrás de alcançar meus objetivos. Estou sempre à disposição em ajudar as pessoas que precisam de mim. Adoro o relacionamento humano social, tenho facilidade de comunicação. Sou organizada e pró-ativa. Na vida pessoal/acadêmica e profissional costumo ficar a frente de projetos e processos. Uma paixão encontrada dentro da profissão é o campo das redes sociais, sou mediadora do blog A Bordo da Comunicação, colaboradora do blog O Cappuccino e da Rede de Relacionamento ComunicaRS.

Tenho 19 anos, e também sou estudante de Relações Públicas do 4º semestre da Metodista. Escolhi este curso, por seu dinamismo, por lidar com pessoas, e por possuir um leque de opções em que eu poderia atuar. Sou uma pessoa que não gosta de rotina, sou muito dinâmica e criativa. Prefiro lidar diretamente com as pessoas, do que com o computador. Não deixo nada por acabar, sou muito determinada e sempre tento fazer o meu melhor em tudo o que começo. Gosto de a todo o momento assumir desafios. E sou mediadora do blog A Bordo da Comunicação
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