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Assessoria de imprensa x Relacionamento com a imprensa




Por Juliana Camargo
É de conhecimento geral, que a imprensa tem o poder de construir ou destruir a reputação de uma organização, por isso cada vez mais as empresas tem investido no treinamento de porta-vozes para coletivas e entrevistas em geral.

A relação entre organização-imprensa deve transcender os press releases enviados eventualmente, segundo Nemércio Nogueira no artigo “Além da Assessoria de Imprensa”, é necessário criar um relacionamento com a imprensa (media relations), adquirindo um caráter estratégico e complexo, se encaixando perfeitamente na atividade de Relações Públicas.

Ainda segundo o autor, agora no artigo “Agregando Valor com a Imprensa”, a empresa que investe em Relações Públicas, inclusive com a imprensa, conhecendo o meio em que a notícia é produzida, os formadores de opinião, os jornalistas especializados no ramo em que ela atua, etc, estará mais preparada para lidar com possíveis crises.

Para que os benefícios, como credibilidade com a imprensa, geração de mídia espontânea, apoio direto ou indireto às vendas, sejam duradouros, é necessário também o investimento permanente por parte da organização, com ações e programas de Relações Públicas voltados especialmente para esse público.

Relações Públicas e as Redes sociais


Por Juliana Camargo



Que atire a primeira pedra quem nunca tentou manter um Orkut, um MSN, um Blog, ou a mania mais recente, o Twitter, pelo menos uma vez na vida. Pois é, agora isso não é só coisa de adolescentes ou “desocupados”, muitas empresas estão fazendo uso dessas redes sociais como ferramentas de comunicação e gerenciamento de crises.

De acordo com o texto A vez do Consumidor, postado no blog Ocapuccino, cada vez mais os consumidores comuns utilizam a Internet para expressar sua (in)satisfação com marcas e produtos já experimentados. E como tudo na web ganha proporções gigantescas num piscar de olhos, gerar uma crise não requer esforço e tão pouco habilidade. E é aí que entra o profissional de Relações Públicas.

Pelo fato de ser um profissional com visão do contexto organizacional, o RP é o mais indicado para fazer o gerenciamento de crises nesses casos, pois conhece as ferramentas e meios de comunicação, os públicos da organização e a melhor forma de se relacionar com eles.

Estamos vivendo a Era da Informação, e negligenciá-la não seria uma boa estratégia para as empresas no momento, e nem ignorar o que os públicos estão dizendo. Mas não basta ouvi-los, é preciso tomar atitudes, reagir a eles, e dessa forma, evidenciar a marca de uma forma positiva, criando parceiros e não apenas consumidores.

NÃO! RP não faz milagre. RP não apaga incêndio. RP estuda, planeja, prevê possíveis acontecimentos e cria soluções de comunicação visando à transparência (também no meio digital) e o bom relacionamento.

Juliana Camargo

Tenho 18 anos e curso Relações Públicas. Escolhi a profissão pelo seu caráter dinâmico e desafiador, que além de proporcionar integração com outras áreas e segmentos totalmente distintos, desenvolve a visão global que poucos profissionais têm no ambiente corporativo.
Fui orientadora de carreira em uma empresa de assessoria profissional, e depois comecei a estagiar no departamento de comunicação de uma empresa da área hospitalar. Atualmente trabalho no departamento de Marketing da mesma organização,na área de pesquisa, no qual atuo em todas as etapas, desde a elaboração de questionário, aplicação, análise de resultados e elaboração de relatórios.

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