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Relações Públicas e o esporte

Por Daniele Pedace
Mesmo que não ouvimos falar muito de Relações Públicas no meio esportivo, alguns autores abordam, mesmo que apenas como uma ferramenta de marketing, com uma certa importância.
O RP pode atuar em vários segmentos do marketing esportivo: planejamento, assessoramento, pesquisa, execução e avaliação. Pode ser o intermediador entre as empresas patrocinadoras e os clubes, os jogadores e os torcedores, entre os clubes e os jogadores, entre os clubes e os torcedores...Para realizar um projeto de caráter esportivo, a presença de um profissional de Relações Públicas é necessária no diálogo entre as partes envolvidas, no desenvolvimento de etapas.
Segundo uma monografia que li - A atividade de Relações Públicas no Futebol Brasileiro, Carlos Alberto Gil Souza, 2004 - , os clubes esportivos devem criar um departamento de Relações Públicas em suas organizações, o qual deveria atender as seguintes funções: posicionar o clube perante seus públicos de forma estratégica e planejada, com base em pesquisas e diagnósticos, em um esforço simétrico de duas mãos: o clube deve estar atento para o que a torcida pensa, para a opinião da imprensa, para a receptividade de patrocinadores e parceiros, para o comportamento dos atletas, entre outros.
Deve criar e aplicar um planejamento que contenha as quatro fases básicas (pesquisa, planejamento, execução e avaliação) numa estrutura cíclica e adaptável a crises e situações extraordinárias, comuns no setor, que é dependente de resultados incontroláveis e imprevisíveis.
Os públicos estratégicos precisam ser mapeados por inteiro, não restringindo o plano à interação com a imprensa e o torcedor. Portanto a atividade de RP pode ser implantada dentro do futebol, do atletismo, da natação, ou de qualquer outra modalidade esportiva, trazendo melhores resultados.


Por Daniele Pedace




Apesar de existir a um bom tempo, a atividade de Relações Públicas até hoje não é conhecida por muitas organizações.

Como toda organização tem seus públicos, as Relações Públicas se tornam necessárias, para que as organizações mantenham em alta a sua reputação, sua imagem e credibilidade - ainda mais que o avanço da tecnologia e das ferramentas de comunicação (principalmente as digitais) está cada vez mais veloz.

Os públicos podem fazer com que a organização obtenha sucesso ou fracasso, pois toda organização trabalha para oferecer algo a algum público que, por sua vez, pode ficar satisfeito ou não com suas ações. A insatisfação excessiva do público com uma organização pode comprometer a sua imagem. O profissional de RP trabalha para que isso não aconteça.

O profissional de RP utiliza a informação para exercer a comunicação entre a organização e seus públicos, ele é um negociador e um mediador que visa integrar os interesses, tanto da organização quanto dos públicos, promovendo acordos. Também traça o perfil de consumo do público e analisa o comportamento do consumidor perante a marca e os concorrentes, além de antever crises e gerenciá-las.

O RP pode ser descrito como uma espécie de estrategista da comunicação. Portanto, o profissional de RP é um administrador da comunicação e do relacionamento entre a organização e seus públicos. Daí vem a importância das Relações Públicas para qualquer organização.

As Relações Públicas têm um vasto campo de trabalho, por isso muitas empresas já criaram seus departamentos de RP, obtendo bons resultados. Este é um bom caminho para as organizações que pretendem crescer e aumentar sua reputação diante de seus públicos.

Ao considerar os interesses dos públicos, a organização torna-se mais objetiva e produtiva. As organizações e os públicos dependem uns dos outros e é o profissional de Relações Públicas que consegue unir estes interesses para que todos fiquem satisfeitos.

Daniele Pedace

Tenho 19 anos, e também sou estudante de Relações Públicas do 4º semestre da Metodista. Escolhi este curso, por seu dinamismo, por lidar com pessoas, e por possuir um leque de opções em que eu poderia atuar. Sou uma pessoa que não gosta de rotina, sou muito dinâmica e criativa. Prefiro lidar diretamente com as pessoas, do que com o computador. Não deixo nada por acabar, sou muito determinada e sempre tento fazer o meu melhor em tudo o que começo. Gosto de a todo o momento assumir desafios. E sou mediadora do blog A Bordo da Comunicação
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