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Relações Públicas em PME




Por Cibele Silva


A profissão de Relações Públicas no Brasil está ganhando destaque nas grandes organizações, a valorização da profissão é muito importante em todos os segmentos, porém ela ainda deve que ganhar visibilidade nas Pequenas e Médias Empresas - PME

São poucas as PME que tem profissional de Relações Públicas, sendo difícil analisar a valorização da profissão dentro deste setor, porém para mostrar um panorama fizemos uma entrevista com a profissional de Relações Públicas atuante na área.

Andrea Gomes é estudante de Relações Públicas, reside em Recife e trabalha na Farmácia de manipulação Roval, como Assistente de Relações Públicas. A empresa possui 140 funcionários e é caracterizada como de Médio Porte.

O departamento de comunicação da farmácia Roval é gerenciado por uma Relações Públicas, é um grande diferencial, pois quebra o paradigma associa o departamento, principalmente o cargo, aos profissionais de marketing. “Sempre divulgamos e fazemos questão de esclarecer o que é um Relações Públicas para aqueles que desconhecem a profissão (na empresa)”, diz Andrea.

No departamento de comunicação da farmácia é composto por duas RP’s, sendo um estagiário e um profissional de marketing. Para a empresa está claro a importância do Relações Públicas e o poder de integração que o profissional consiste.

Andrea informa que um profissional de Relações Públicas dentro do setor de PME é de extrema importância, pois além do profissional planejar e gerenciar toda a comunicação tem capacidade de permear todos os departamentos.

Podemos correlacionar a situação na teoria de James E. Grunig presente em seu livro lançado em 2009 aqui no Brasil – Relações Públicas, teoria, contexto e relacionamentos – Grunig diz que o Relações Públicas tem habilidade gerencial administrativa e estratégica de planejamento e relacionamentos, tornando uma profissão excelente.

Para valorizar o Relações Públicas dentro de uma organização o profissional deve ter conhecimento amplo de trabalho de todas as formas de comunicação incluindo diversas ferramentas. Criando credibilidade dissemina sua importante para bons resultados dentro do setor de PME – “O RP é o profissional que tem a competência técnica para este caso”. Finaliza Andrea.

A partir deste contexto podemos afirmar que o profissional de Relações Públicas é importante para as empresas de pequeno e médio porte, pois necessitam de integração entre os departamentos e conhecimentos gerais para mediar à comunicação em todos os aspectos, as PME devem investir em comunicação, principalmente em profissionais de Relações Públicas, pois atua em função de gestão intangível.

Organizações e as Redes Sociais



Por Silvia Oya

As organizações com o intuito de fidelizar os clientes por meio das redes sociais, estão cada vez mais interessadas pela opinião de seus públicos e sobre o que eles falam de seus produtos, serviços ou mesmo da organização nas midias sociais.

Gustavo Zaiantchick em um relato publicado no site Directlabs reforça a importância das informações para fidelização de consumidores por rede social. Ele diz que é por meio da geração de benefícios que sejam evidentes para os consumidores, que se torna possível a fidelizacão deles. No entanto, o primeiro passo para essa fidelização é identificar o que desperta a atenção desse público alvo, quais os tipo de informações são importantes, que tipo de relacionamento eles esperam, o que pode ser um benefício diário para eles, etc.

A partir desse desafio, as organizacões estão utilizando diversas ferramentas para o mapeamento das opiniões inseridas nas midias sociais. Uma ferramenta bem interessante destacada por Marcos Todeschini autor da matéria “No rastro do boca a boca” publicada na revista Epoca Negócios de novembro 2009, é o SCUP, ferramenta lançada pela Direct Labs - empresa Paulista especializada em redes sociais - segundo ele o sistema funciona de forrma semelhante às ferramentas de busca, que ao inserir a palavra desejada, o sistema pesquisa e traz em tempo real os comentários feitos em blogs e redes de relacionamento. Marcos Todeschini destacou como vantagens desta ferramenta a possibilidade de reunir o que foi comentado em variados sites em apenas um arquivo, a partir de um rastreamento realizado minuto a minuto, além de permitir classificar as postagens como positivas ou negativas e criar um banco de dados com o histórico sobre o que foi falado.

A partir dessas informações, as organizações devem se preocupar em como aplicá-las.

Segundo Renato Shirakashi em uma matéria publicada também no site directlabs.com.br/blog destaca que, a melhor maneira de fidelizar clientes de uma rede social é publicando conteúdo relevante que gere valores e que ajude seus cliente de alguma forma. Ele destaca que, em uma rede social direcionada para ter conteúdo publicitário. Ele diz “se você gerar algo que realmente ajude seus clientes de alguma maneira, atravéz do relacionamento entre eles, você tera gerado uma comunidade. E uma comunidade, em geral, já fideliza por natureza. O segredo é gerar valor”.

Diante dessa necessidade das organizações de monitorar as midias sociais e diante da carência de um um profissional que interceda a relação entre consumidor e organização, Cesar Monteiro ressalta em seu texto publicado no site Sinprorp, um novo profissional de relações públicas capaz de, construir e manter relações entre as organizações e seus públicos de interesse, utilizando uma série de benefícios das novas redes virtuais - “cabe somente a ao RP mapear os públicos que deverão ser trabalhados para garantir a real consolidação da marca”. Ele finaliza.


Dessa forma notamos a importancia da profissão relações públicas para as organizações.

ERP e RP: ótimos investimentos para pequenas empresas

Por Adriane Leal B. Filenga
O ERP (Enterprise Resource Planning) é um software que atende de forma integrada as áreas de marketing, vendas, recursos humanos, estoque e financeira de micros e pequenas empresas de vários segmentos. Este sistema de informação integra os dados e processos da organização em um único sistema. Entre seus benefícios, podemos destacar controle de contas a receber e contas a pagar, fluxo periódico de caixa, controle de pedidos de vendas, relatórios e controles de estoque. Ou seja, são várias opções de interesse para o usuário.

Além da comunicação, este é mais um investimento que as pequenas empresas podem ter sem se preocupar em gastar fortunas, pois seu investimento é de aproximadamente 4 mil reais por licença. Além do mais, ele pode atuar em conjunto com as ações de Relações Públicas, pois, dentre seus objetivos, também visa auxiliar o gestor da empresa na interação com seus públicos, neste caso, fornecedores e clientes.

Mas, não podemos nos esquecer de que a implementação deste software requer algumas mudanças em processos e inclusive na cultura da organização. A forma com que a empresa conduz a escolha e a implantação do pacote ERP é crucial para obtenção dos resultados esperados. É muito importante que os usuários do software na empresa estejam envolvidos neste processo de mudança, inclusive participando de treinamentos, pois, se eles são se apropriarem corretamente desta ferramenta, ela não poderá contribuir de forma eficaz. E este é mais um trabalho para as Relações Públicas, o que mostra que é essencial sua participação em todo o processo.

Pudemos ver que o ERP é uma ótima opção de investimento para as pequenas empresas. Mas, vimos também que há vários fatores envolvidos para que sua implementação seja eficaz, ressaltando a importância do trabalho de Relações Públicas, o que inclui planejar a implantação, incentivar a participação dos funcionários em treinamentos, verificar o impacto disso tudo e principalmente estar pronto para ouvir e tirar possíveis dúvidas, críticas e sugestões que possam surgir. Se a empresa conseguir incorporar as RP com seu ERP, com certeza estará investindo no melhor e alcançará o crescimento.

Admirável Mundo Novo da Comunicação


Por Talita Sales


As mudanças que a sociedade vem vivendo nos últimos anos trazem novas demandas às organizações, que são obrigadas a se adaptarem se quiserem garantir sua sobrevivência e crescimento no novo mercado.

Hoje em dia, mais do que nunca, os consumidores estão mais cientes dos seus direitos e cada vez mais interessados na postura das empresas como um todo.
Fazer um produto ou prestar um serviço de qualidade já não basta, é necessário ser social e ambientalmente responsável e ter uma conduta ética em todos os momentos.

O fácil acesso às informações também contribuem para que as organizações prestem ainda mais atenção à suas ações, pois não precisa ser um profissional de comunicação para influenciar as pessoas, basta ter acesso a internet.

Nesse novo contexto, as empresas precisam aprender a dialogar com seus públicos e definir estratégias de comunicação para se aproximar cada vez mais deles. Uma vez que a concorrência é acirrada, as empresas devem achar pontos em comum com seus consumidores, acionistas, funcionários, fornecedores, etc. para que a identificação garanta a fidelidade.

Existem diversos canais de relacionamento que podem ser usados para aproximação da organização com seus grupos de interesse: sites, blogs, redes sociais, anúncios, etc. Mas para cada grupo, existe um meio que funciona melhor e as empresas podem aperfeiçoar seus resultados como um todo se planejarem previamente suas ações em prol dos seus objetivos.

Contar com profissionais que tenham capacidade de analisar o cenário e uma formação multidisciplinar podem fazer toda a diferença para as grandes, médias e pequenas organizações. Não é preciso investir milhões em Comunicação, mas deixar de lado essa área na sociedade de hoje é perder oportunidades ou, pior, colocar em risco o desempenho da empresa.


Fonte:
Capítulo 1 do livro “O que é comunicação estratégica nas organizações? das autoras: Ivone de Lourdes Oliveira e Maria Aparecida de Paula

Relacionamento com o Consumidor

Por Kelly Fusteros


Toda organização preza um bom relacionamento com seu cliente – final, pois este gera a maior parcela de renda de uma organização. Manter uma parceria ética e transparente é primordial para o crescimento organizacional.

A partir da criação da lei do consumidor em 1990, aumentaram as preocupações das organizações com as informações transmitidas e as campanhas publicitárias.
Cabe ao Relações Públicas trabalha para que o canal de comunicação entre ambos esteja sempre aberto e acessível. Seu objetivo deve ser divulgar a organização, seus produtos e serviços aos consumidores, despertar o interesse do consumidor para as realizações e produtos da organização, saber a opinião destes para com a imagem organizacional e sobre os produtos, pois sua opinião pode favorecer na criação e melhoria de aspectos imagináveis à organização.

Esta aliança deve ser forte o bastante para oferecer apoio e resistir a possíveis crises pelas quais a organização e seus produtos/serviços possam enfrentar.

O RP pode desenvolver algumas ações como um programa de visitas para que este público de interesse possa conhecer melhor a organização; eventos com a função de aproximação, distribuição de materiais informativos como revistas e jornais, canais como SAC para receber as críticas e elogios; como também ações on-line: site, blog, SAC virtual, vídeos institucionais.

Portanto, o profissional precisa realizar ações estratégicas que melhor condiz com o perfil do consumidor e com o do produto para firmar uma relação sincera e duradoura.

Responsabilidade Social: Percepções e Contrapontos




Por Simone Queiroga


A responsabilidade social presente atualmente na lógica das empresas tem a ver com meio ecológico e social. Por exemplo, descreve a preocupação relativa de certas empresas com ambiente, com desenvolvimento auto-sustentável - após uma extração na natureza promove uma reposição do que foi tirado, sem prejudicar o meio ambiente.

No sentido mais amplo, a empresa extrapola nas ações sociais obrigatórias. Há uma filosofia administrativa que englobam todas as políticas, comportamentos e ações da organização com seus públicos – pautados pelo respeito, ética e transparência. Essa perspectiva de responsabilidade supera as contradições inerentes as ações de caridade, do assistencialismo imediato, das ações pontuadas. Nesse caso, não é filantropia, pois abarca toda a sociedade com ações de interesse público – e não somente dos funcionários.

Em outro sentido, a responsabilidade social refere-se como conjunto de estratégias que pretende fazer com que a empresa se mostre interessada em ajudar a sociedade a crescer em diversos aspectos. Basicamente se trata de uma estratégica para promover o lado institucional. Em que as metas da empresa se objetivam da responsabilidade de mostrar para sociedade que é politicamente correta.

Basseada nas teorias de Maurício Tragtenberg, verifico que as empresas assumem essa condição: passam a ser caracterizada como a empresa cidadã, com responsabilidade social; discute internamente procedimentos éticos. Em certos casos, essa atitude de que a empresa tem que ser solidária camufla os seus reais interesses - atrás da tal máscara solidária temos um discurso distorcido de responsabilidade social.

Todos os públicos da organização devem participar dessa dinâmica responsável - a dinâmica do laço de confiança entre a organização e os seus vários grupos de interesse. Além de se sensibilizarem pelos projetos sociais das organizações, devem também transmitir essa sensibilidade para outras conjunturas sociais. A fim de potencializar o caráter solidário da empresa.

A empresa apresenta a atitude de assistência para as pessoas, como uma imagem para fora, para com isso, atingir a sensibilidade. Uma atitude acompanhada por discursos persuasivos. Além disso, os discursos dessas grandes empresas ou corporações detêm um poder de influência, de estar presente constantemente em nosso cotidiano. Esse poder de influência está presentes nos logotipos, frases, símbolos, slogans, etc. De uma forma geral a propaganda é muito pesada – descreve o apelo ao “sensível”.

O indivíduo é bombardeado por uma carga incrível de mensagens e informações, pronunciada pela televisão, internet e outros meios de comunicação. No entanto, o indivíduo não assimila claramente a dimensão das reais circunstâncias do projeto social desenvolvido. Não é tão perceptível a coerência das representações/ações de fora (imagem) com a representações/ações interna (identidade) da organização. A imagem da empresa – aquilo que se transmite - deve ser correspondente com a sua identidade - aquilo que ela é de fato.

Nessa medida, observamos a importância de realizar as relações públicas de maneira efetiva, de desenvolver uma responsabilidade social coerente, sempre de acordo com o contexto social e com as políticas da organização – projetos focados aos valores da organização e aos princípios éticos da sociedade. E só posteriormente, divulgar as ações sociais promovidas.

Portanto, a empresa tem que contextualizar a responsabilidade social, mostrar o que realmente faz. Caso contrário, pode correr riscos, perda de credibilidade. E ao mesmo tempo, não alcança a boa vontade da sociedade. Outra coisa, realizar ações de forma superficial, sem fundamentação prática, não agrega valor nenhum a organização. Apenas gera implicações no processo de sensibilização dos públicos e no desenvolvimento de sua identidade.

TRAGTENBERG, Maurício. Administração, poder e ideologia. São Paulo: Moraes, 1980.

Assessoria de imprensa x Relacionamento com a imprensa




Por Juliana Camargo
É de conhecimento geral, que a imprensa tem o poder de construir ou destruir a reputação de uma organização, por isso cada vez mais as empresas tem investido no treinamento de porta-vozes para coletivas e entrevistas em geral.

A relação entre organização-imprensa deve transcender os press releases enviados eventualmente, segundo Nemércio Nogueira no artigo “Além da Assessoria de Imprensa”, é necessário criar um relacionamento com a imprensa (media relations), adquirindo um caráter estratégico e complexo, se encaixando perfeitamente na atividade de Relações Públicas.

Ainda segundo o autor, agora no artigo “Agregando Valor com a Imprensa”, a empresa que investe em Relações Públicas, inclusive com a imprensa, conhecendo o meio em que a notícia é produzida, os formadores de opinião, os jornalistas especializados no ramo em que ela atua, etc, estará mais preparada para lidar com possíveis crises.

Para que os benefícios, como credibilidade com a imprensa, geração de mídia espontânea, apoio direto ou indireto às vendas, sejam duradouros, é necessário também o investimento permanente por parte da organização, com ações e programas de Relações Públicas voltados especialmente para esse público.

Relações Públicas e o esporte

Por Daniele Pedace
Mesmo que não ouvimos falar muito de Relações Públicas no meio esportivo, alguns autores abordam, mesmo que apenas como uma ferramenta de marketing, com uma certa importância.
O RP pode atuar em vários segmentos do marketing esportivo: planejamento, assessoramento, pesquisa, execução e avaliação. Pode ser o intermediador entre as empresas patrocinadoras e os clubes, os jogadores e os torcedores, entre os clubes e os jogadores, entre os clubes e os torcedores...Para realizar um projeto de caráter esportivo, a presença de um profissional de Relações Públicas é necessária no diálogo entre as partes envolvidas, no desenvolvimento de etapas.
Segundo uma monografia que li - A atividade de Relações Públicas no Futebol Brasileiro, Carlos Alberto Gil Souza, 2004 - , os clubes esportivos devem criar um departamento de Relações Públicas em suas organizações, o qual deveria atender as seguintes funções: posicionar o clube perante seus públicos de forma estratégica e planejada, com base em pesquisas e diagnósticos, em um esforço simétrico de duas mãos: o clube deve estar atento para o que a torcida pensa, para a opinião da imprensa, para a receptividade de patrocinadores e parceiros, para o comportamento dos atletas, entre outros.
Deve criar e aplicar um planejamento que contenha as quatro fases básicas (pesquisa, planejamento, execução e avaliação) numa estrutura cíclica e adaptável a crises e situações extraordinárias, comuns no setor, que é dependente de resultados incontroláveis e imprevisíveis.
Os públicos estratégicos precisam ser mapeados por inteiro, não restringindo o plano à interação com a imprensa e o torcedor. Portanto a atividade de RP pode ser implantada dentro do futebol, do atletismo, da natação, ou de qualquer outra modalidade esportiva, trazendo melhores resultados.

Comunicação interna nas pequenas e médias empresas


Por Camila Amorim


A atuação das empresas no mercado vem exigindo flexível adaptação ao cenário atual - concorrência e a tecnologia. Para as pequenas e médias empresas suas diversificadas e flexibilidade de adaptação favorecem a rápidas ações as mudanças do mercado.

Dentro deste cenário de mudanças, como será que andam as relações internas da empresa? Será que com todas essas preocupações de manter-se no mercado existe motivação e/ou investimento para o bom relacionamento no ambiente organizacional?

A interação que existe ou pelo menos deve existir entre a organização e seus funcionários é a nomeada comunicação interna, do qual o profissional de relações públicas é qualificado para exercê-la.
A atividade tem como principais objetivos informar, motivar e criar espírito de equipe entre os funcionários. Ela cria através do diálogo a troca de informações e experiências que compatibilizam os interesses da organização e de seus funcionários.
Não esqueçamos de que o empregado perpetra também a imagem da empresa, quanto mais bem informado, motivado e treinado estiver maior será seu nível de satisfação e produtividade no exercício de sua função.

A comunicação interna contribui para a integração dos funcionários às políticas de desenvolvimento da empresa. Por exemplo, se uma informação de algo que será modificado for bem transmitida e houver o entendimento de ambas as partes (organização e empresa) não só haverá um bom clima no ambiente de trabalho como também contribuirá para o bom desempenho organizacional.

Algumas pequenas e médias empresas não disponibilizam verba para executar algumas ações de comunicação interna como as grandes empresas podem arcar. Uma delas que não necessita de investimento financeiro é o ato da comunicação face a face - têm grande importância e pode contribuir muito para cumprimento de objetivos como: a dedicação, a cooperação, a motivação e dentre outros que podem contribuir na efetividade das metas que a empresa deseja alcançar.

O trabalho não é simples e nem fácil, o profissional responsável pela comunicação interna deve conhecer bem o funcionamento da empresa. Dede ser levado em consideração ao planejar qualquer ação de comunicação interna que os serviços estão sempre numa constante mudança, e que precisam ser planejados a longo prazo ou então projetados para um determinado tempo e lugar.

A grande dificuldade que o profissional ainda enfrenta é convencer as empresas da importância desta atividade e conquistar sua confiança. O importante é não desistir e superar os obstáculos, mostrar os resultados com cada ação realizada. E problemas de comunicação interna todos têm e devem solucionar, tanto nas grandes quanto nas pequenas e médias.

Relações Públicas e as Redes sociais


Por Juliana Camargo



Que atire a primeira pedra quem nunca tentou manter um Orkut, um MSN, um Blog, ou a mania mais recente, o Twitter, pelo menos uma vez na vida. Pois é, agora isso não é só coisa de adolescentes ou “desocupados”, muitas empresas estão fazendo uso dessas redes sociais como ferramentas de comunicação e gerenciamento de crises.

De acordo com o texto A vez do Consumidor, postado no blog Ocapuccino, cada vez mais os consumidores comuns utilizam a Internet para expressar sua (in)satisfação com marcas e produtos já experimentados. E como tudo na web ganha proporções gigantescas num piscar de olhos, gerar uma crise não requer esforço e tão pouco habilidade. E é aí que entra o profissional de Relações Públicas.

Pelo fato de ser um profissional com visão do contexto organizacional, o RP é o mais indicado para fazer o gerenciamento de crises nesses casos, pois conhece as ferramentas e meios de comunicação, os públicos da organização e a melhor forma de se relacionar com eles.

Estamos vivendo a Era da Informação, e negligenciá-la não seria uma boa estratégia para as empresas no momento, e nem ignorar o que os públicos estão dizendo. Mas não basta ouvi-los, é preciso tomar atitudes, reagir a eles, e dessa forma, evidenciar a marca de uma forma positiva, criando parceiros e não apenas consumidores.

NÃO! RP não faz milagre. RP não apaga incêndio. RP estuda, planeja, prevê possíveis acontecimentos e cria soluções de comunicação visando à transparência (também no meio digital) e o bom relacionamento.



Por Daniele Pedace




Apesar de existir a um bom tempo, a atividade de Relações Públicas até hoje não é conhecida por muitas organizações.

Como toda organização tem seus públicos, as Relações Públicas se tornam necessárias, para que as organizações mantenham em alta a sua reputação, sua imagem e credibilidade - ainda mais que o avanço da tecnologia e das ferramentas de comunicação (principalmente as digitais) está cada vez mais veloz.

Os públicos podem fazer com que a organização obtenha sucesso ou fracasso, pois toda organização trabalha para oferecer algo a algum público que, por sua vez, pode ficar satisfeito ou não com suas ações. A insatisfação excessiva do público com uma organização pode comprometer a sua imagem. O profissional de RP trabalha para que isso não aconteça.

O profissional de RP utiliza a informação para exercer a comunicação entre a organização e seus públicos, ele é um negociador e um mediador que visa integrar os interesses, tanto da organização quanto dos públicos, promovendo acordos. Também traça o perfil de consumo do público e analisa o comportamento do consumidor perante a marca e os concorrentes, além de antever crises e gerenciá-las.

O RP pode ser descrito como uma espécie de estrategista da comunicação. Portanto, o profissional de RP é um administrador da comunicação e do relacionamento entre a organização e seus públicos. Daí vem a importância das Relações Públicas para qualquer organização.

As Relações Públicas têm um vasto campo de trabalho, por isso muitas empresas já criaram seus departamentos de RP, obtendo bons resultados. Este é um bom caminho para as organizações que pretendem crescer e aumentar sua reputação diante de seus públicos.

Ao considerar os interesses dos públicos, a organização torna-se mais objetiva e produtiva. As organizações e os públicos dependem uns dos outros e é o profissional de Relações Públicas que consegue unir estes interesses para que todos fiquem satisfeitos.

A importância do RP para a organização



Por Cibele Silva



Relações Públicas é a profissão que cresce a cada dia nas empresas e entidades públicas e privadas que entendem que a administração atualizada não se baseia somente nas quatro colunas tradicionais: finanças, recursos humanos, produção e vendas, mas também no respeito à opinião pública que deve ser entendida como a soma da opinião de cada um dos segmentos da população.

A professora e presidente do CONRERP/RS Marta Busnello Alves fala em seu artigo Responsabilidade na Comunicação Organizacional sobre a crescente circulação de informações e a persuasão sobre a imagem que a organização constrói a partir da apreciação dos diversos públicos, tendo a empresa o compromisso de evidenciar a excelência no relacionamento.

Segundo Margarida Kunsch em seu livro Relações Públicas e modernidade “As organizações modernas assumem novas posturas na sociedade hoje. A velocidade das mudanças que ocorrem em todos os campos que impele a um novo comportamento institucional das organizações perante a opinião pública. Elas passam a se preocupar sempre mais com as relações sociais”.

Dentro deste contexto podemos constatar a importância do profissional de Relações Públicas, pois está fortemente vinculado a essa necessidade de evidenciar e entrelaçar a comunicação, para que seja alcançada a excelência no relacionamento, assim como evidenciou a professora Marta. A própria qualificação da profissão permite identificar e desenvolver o relacionamento com os públicos. Nesse caso, o planejamento é fundamental, garantindo a boa qualidade e a eficácia das ações implantadas pela organização.

Baseado no que foi citado, podemos afirmar que a profissão de Relações Públicas impulsiona o desenvolvimento e o progresso das organizações, assim é imprescindível denotar o seu valor, conscientizando os empresários de sua necessidade, para que a organização tenha um diferencial no serviço prestado aos seus públicos e também a comunicação entre eles. Neste ponto é que o profissional de Relações Públicas atua, legitimando as decisões internas e externas, gerando a boa vontade, o que leva à colaboração mútua e a um fortalecimento das transações, através de um amplo rol de técnicas especializadas para administrar os processos organizacionais.
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